terça-feira, 8 de outubro de 2013

Entrevista de emprego e perguntas inusitadas

Oiê ...


Dia a dia venho trabalhando com os alunos alguns tópicos de Gestão de Pessoa.
Esta semana trabalharemos acerca do tema Seleção e diante disso achei uma reportagem curiosa sobre as atuai perguntas feitas aos candidatos. 
De fato este é um tema que causa incomodo, inquietação e também muitas dúvidas. 

O que devo ou não falar?
Como devo me vestir?
Como devo agir???

Enfim, segue algumas letrinhas interessantes sobre isso:

Entrevistas de emprego bizarras exigem respostas 
criativas
Brian Milligan
Repórter de finanças pessoais da BBC


Maior competição por vagas faz com que empregadores recorram a perguntas curiosas
Em meio à crescente competitividade no mercado de trabalho, sobretudo nos países europeus afetados pela
 crise, recrutadores têm recorrido a perguntas cada vez mais curiosas para selecionar os melhores candidatos. 
Nessa busca, questões como "quantas moedas de um centavo cabem nesta sala?" têm se tornado mais comuns.
Confrontado com essa questão durante uma entrevista para uma vaga em um banco de investimentos em
 Londres, um candidato começou a fazer contas, e pouco depois anunciou sua "melhor aposta".
Ele não conseguiu a vaga.
O que o banco queria era alguém que tivesse dado qualquer resposta, mas que tivesse confiança suficiente
 para convencer os mercados de que estava certo.
"Há muito mais competição por vagas, e os empregadores estão se tornando menos dispostos a correr riscos",
 afirma Claire McCartney, do Chartered Institute of Personnel and Development (CIPD). "É muito difícil para as 
pessoas se destacarem se elas só respondem questões de rotina."
Então, quais as questões que os empregadores têm feito atualmente e qual seu principal objetivo? A BBC pediu a opinião de dois especialistas no assunto:
Como você coloca uma girafa na geladeira?
Essa questão foi feita por um entrevistador de um banco de investimentos londrino a um candidato para operador
 de mercado.
"Essa pergunta está testando as habilidades criativas do candidato, incluindo como ele pode propor soluções 
para desafios difíceis e menos usuais. Candidatos devem verbalizar em voz alta a resposta em qual 
estão pensando", diz Rusty Rueff, especialista em carreiras do site de empregos Glassdoor.
"Lembre-se de que o entrevistador está mais interessado em testar como você chega a uma resposta do que
 no seu conteúdo."
Resposta sugerida: "Para chegar a esta reposta, você poderia me passar mais detalhes, por exemplo, 
sobre o tamanho da girafa? Qual o tamanho da geladeira? Nós estamos num país em que matar uma girafa 
é ilegal ou não?".
Demonstrar que você precisa de mais fatos antes de tirar uma conclusão pode ser uma vantagem.
E assim você deveria continuar: "Se a girafa puder morrer, então encaixá-la dentro da geladeira tem mais 
a ver com a retirada do que está dentro da geladeira e com a utilização das ferramentas que tenho ao meu
 redor para garantir que ela caiba. Aliás, quais as ferramentas eu tenho para trabalhar com esse espaço?".
Você preferiria lutar contra um pato que tem o tamanho de um cavalo, ou contra 100 
cavalos do tamanho de patos?
Esta questão foi feita durante uma entrevista numa mineradora para uma vaga de operador do mercado de 
grãos e minérios em Londres.
"Ela parece estranha, mas é um jeito bem-humorado e criativo de testar sua dedução objetiva, para 
a qual se requere fazer e checar presunções mais realísticas e recomendar a melhor ação a ser tomada",
 opina John Lees, autor do estudo Job Interviews: Top Answers to Tough Questions

"Sua escolha é bem menos importante do que o processo que revela sua resposta".
Demonstre cada passo do que você está pensando: "Ok, eu reconheço que ambos podem me matar, mas eu 
começaria a pensar sobre o quão agressivo cada animal pode ser. Cavalos podem morder e chutar e mesmo
 que eles sejam pequenos, ao ser atacado por um grupo, não lhe dá espaço para escapar".
De quantas maneiras eu posso retirar uma agulha do palheiro?
Essa questão foi feita por um entrevistador de um banco internacional para uma vaga de desenvolvedor 
de Java em Londres.
"É outro exemplo de um entrevistador testando a habilidade do candidato para resolver problemas 
de maneira criativa. Pense e verbalize abertamente o processo da resposta", diz Rueff.
A resposta sugerida dele é: "O que nós podemos enxergar, podemos encontrar. Neste caso, por que
 não colorir o palheiro numa cor que facilitasse a visão da agulha?", afirma Rueff.
Tentar diferenciar a cor prateada (da agulha) do dourado da palha é muito difícil, mas se eu pudesse 
tornar o palheiro na cor verde, azul ou roxa, o prateado da agulha ficaria muito mais óbvio. 
A questão aqui é jogar uma nova luz sobre o problema para encontrar uma nova solução".
John Lees tem sugestões mais diretas: "Se a agulha é feita de metal, um imã poderia ser uma ideia. 
Ou eu poderia simplesmente queimar a palha, e a agulha resistiria".
Se você ganhasse US$ 1 milhão, o que faria com o dinheiro?
A questão foi feita por um entrevistador numa empresa contábil de Birmingham, na Inglaterra.
Rusty Rueff explica: "Como essa questão foi feita numa importante empresa contábil, 
a pergunta provavalmente
 é mais voltada a testar as habilidades de planejamento do candidato no curto e no longo prazo.
Assim, os empregadores provavelmente gostariam de ter alguém que não simplesmente gastasse todo o 
dinheiro de uma só vez.
Para Rueff, uma boa resposta seria: "Ganhar US$ 1 milhão seria definitivamente muito bom, mas eu gostaria
 de pensar melhor sobre todas as minhas opções e também considerar como este dinheiro seria taxado 
antes de gastá-lo. É bom considerar como eu poderia investir o dinheiro, quanto eu poderia doar para 
caridade e também se eu poderia utilizar uma parte para celebrar. Mas, caso você esteja preocupado, eu
 continuaria a trabalhar".
John Lees complementa: "Se você não puder pensar em nada, diga ‘boa pergunta. Qual a melhor 
resposta você ouviu hoje?’".
Como você explicaria o Facebook para sua avó?
A pergunta foi feita durante uma entrevista numa empresa de software para uma vaga de executivo de vendas
 em Londres.
Para Rueff, "o entrevistador quer testar como o candidato pode explicar a ideia de uma forma mais relevante
 e significativa para o usuário final".
A reposta sugerida dele é: "Primeiro, é importante deixá-lo ciente de que eu conheço bem meu público-alvo e
 pesquisei o público ao qual estou me dirigindo."
"Minha avó usa internet, é familiarizada com websites, mas não sabe nada ainda sobre mídias sociais. 
Então, neste caso, eu diria: ‘Vó, eu sei que você adora manter contato com seus amigos e família e eu sei 
também que você adora usar a internet para encontrar novas informações. Existe um site chamado 
Facebook que permite a você tanto se conectar com seus amigos e familiares online, como seguir 
empresas e organizações que você gosta, para ficar sabendo de seus últimos lançamentos. Vó, você tem
 tempo para que lhe mostre isso?’".

domingo, 6 de outubro de 2013

Êta rotina que deixa a gente longe!!!!







    Êta rotina que deixa a gente longe!!!! 

Nem sempre a rotina deixa a presença física tão presente!!! Cada dia mais tenho gostado de tecnologia pois ela nos aproxima!!! Acabamos por matar um pouquinho da saudade, né Stitch !!!!

Lembrei hoje de uma música que acaba refletindo o momento ...  


   Velha Infância (Tribalistas)

            Você é assim
        Um sonho pra mim
     E quando eu não te vejo
        Eu penso em você
        Desde o amanhecer
     Até quando eu me deito

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Dia de São Francisco de Assis

Oiê ...




Hoje é um dia muito importante para mim já que sou de fato uma grande admiradora de São Francisco de Assis. Ainda que não siga o Catolicismo, desde criança sempre tive grande afeição pelo "santo que cuidava dos animais". Com o passar dos anos fui lendo mais sobre ele e dia a dia me identifico com os seus ensinamentos.


Evidente que o meu grande amor pelo animais faz com que sejamos grandes amigos!!!!!


Um pouquinho da história dele abaixo:


Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis5 de julho de 1182  — 3 de outubro de1226), foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo. Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação num tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos. Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Aula Rosa: a verdadeira Gestão de Pessoas

Oiê ...



Dando continuidade à luta contra o câncer de mama, ontem passei um e-mail aos meus alunos da Faculdade de Ciências Gerenciais da Bahia - Grupo Lusófona sugerindo que hoje pudéssemos fazer uma Aula Rosa. Fiquei muito feliz, com o fato de hoje ser surpreendida com grande parte da turma usando camisas rosa.



Independente de meninos ou meninas todos apostaram nesta Onda Rosa e junto comigo deram força à esta corrente do bem.

Tendo em vista que o grupo do qual estou falando são alunos da disciplina Gestão de Pessoas talvez esta tenha sido uma atividade prática considerando que parte do conteúdo o qual estamos trabalhando versa sobre modelos de liderança. Penso que este foi um exemplo de modelo de liderança democrática. Na prática vivemos isso hoje, ninguém era obrigado a vir mas acharam pertinente participar.

Valeu galera!!!!!!!!!!!!!!!

Fiquei ainda mais satisfeita quando ao final um aluno veio me dizer que deu a mesma ideia na empresa na qual trabalha, recebeu apoio e inclusive essa proposta será repassada para uma outra unidade fora de Salvador. Valeu Maicon!!! 

São com iniciativas como essa que conseguimos ampliar a informação!!!! 

Só tenho a agradecer!!! 

Por fim também destaco que os colegas, Acácio Jr., Fábio Aguiar e Zoraide Silva fizeram parte desta campanha!!!




quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Mamys-Psi e Eu no Outubro Rosa



E na continuidade da luta contra o câncer de mama hoje posto uma foto com uma pessoa muito especial.



Essa aqui é a minha Mamys-psi Antonieta Araújo ... Ela esta de verde pois, apesar do Outubro ser Rosa ela na realidade representa a Esperança de que vale sim à pena lutar ...

Além das mil qualidades pessoais e profissionais Tiêta foi a responsável pela minha inserção na pesquisa acadêmica e certamente é uma pessoa importantíssima na minha vida.

Mamys obrigada por tudo!!!

E vamos pra luta galera!!!!! Não esqueçam da importância de fazer anualmente o exame de mama!!!!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Outubro Rosa



Oiê ...



Hoje o Fuxicando com Milla fica rosa para falar um pouco da luta contra o câncer de mama!!!




Outubro Rosa engloba um conjunto de ações e atividades em todo o mundo visando alertar à sociedade, principalmente as mulheres, sobre a importância de um diagnóstico precoce de casos de câncer de mama, que é um dos tipos que mais matam pessoas do sexo feminino e que, ao contrário do que muitos pensam, também pode atingir os homens.




Hoje vesti minha camisa e fui pra rua no apoio à campanha!!!







Fuxicando sobre a Defesa de Leide Antonino


O "Fuxicando com Milla" se fez presente no último dia 24 de setembro na Defesa de Mestrado de Leide Antonino.




                                                             Bem me quer mal me quer - 
                         sofrimento psíquico do professor sujeito na escola contemporânea

Este foi o título escolhido pela autora que num despetalar singelo apresentou a sua pesquisa.


Iniciando a manhã e tirando a primeira pétala da margarida branca a orientadora Lourdes Ornellas inicia falando sobre o fato do ponto não ser final e também fala do bem me quer mal me quer como um afeto na escola que também se encontra no campo do desprazer.

Iniciada a sessão ... 

Leide começa a falar do despetalar imbricado com sua história pessoal.

Analisar os fatores que fazem o professor permanecer na prática docente mesmo diante de afetos que trazem marcas de desprazer, sofrimento e mal estar foi o seu objetivo geral.

Leide descreve sua pesquisa quanto ao locus (escolha aleatória de uma escola pública), sujeitos (11 docentes), os instrumentos e a análise de dados.

Como parte mais significativa refiro que  foram trazidas as categorias que  emergiram na pesquisa: Fadiga do fazer docente, Docência x Maternagem, (En)canto na sala de aula.

A perspectiva trazida por ela encanta pela letra e pela metáfora leve de ser lida e degustada como numa brincadeira de criança, nesse bem me quer mal me quer!

Por fim,  apenas ficaram as pétalas amarelas de um tempo por vezes pouco colorido que agora passou!!!!

Parabéns Amiga por mais essa conquista que certamente continuará num projeto doutoral!!!!